sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

I wanna let you go


I am swimming in a ocean all alone...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Amar é...

Incomensurável é o amor. Já ouvi centenas de vezes a frase "Amar é...", quase sempre seguida de reticências, as quais neste caso simbolizam a subjetividade de uma grandeza que não pode ser medida. De todos os predicativos para esta oração, os quais já tive a oportunidade de ler, o que mais me chamou a atenção foi "Amar é jamais ter que pedir perdão". E cresci ouvindo minha mãe dizendo que eu era uma pessoa rude, assim como meu pai, e que "amor é bobeirinha... Ninguém ama ninguém". Em seguida a este discurso, ela, que sempre se dizia triste e magoada por conta do meu gênio forte, dizia a 'célebre' frase "Amar é jamais ter que pedir perdão", "explicando" que quem ama não magoa a pessoa "amada" - segundo essa lógica, se porventura faz-se necessário que se peça perdão (segundo a mentalidade de minha mãe, quem ama não magoa), então não há amor.
Anos mais tarde, ouvi, não me lembro de quem, a mesma frase, porém de uma perspectiva bastante diferente daquela a que eu estava tão acostumada:
"Amar é jamais ter que pedir perdão, pois quem ama não sente a necessidade de perdoar, pois o perdão é algo 'automático'".
Tudo bem, a frase não foi bem essa, mas o sentido era mais ou menos o que escrevi acima. E é como dizem: a gente só aprende as coisas quando estas acontecem conosco. Hoje em dia, compreendi, sob a ótica desta nova interpretação sobre o "Amar é...", que o amor pode ser, sim, medido pela capacidade que se tem de perdoar. Foi assim com Deus e com a humanidade: Ele amou o mundo de tal forma, que entregou seu Filho Jesus - assim, perdoou eternamente o ser humano (João 3:16), para que este tenha a vida.

Percebi que essa é a ideia: o amor está diretamente ligado ao perdão. Hoje, após encontrar o grande amor da minha vida, meu eterno namorado, amigo, irmão, marido e companheiro Fábio, entendo que é isso. Vejo a capacidade que ele tem de me perdoar, mesmo quando estou clara e obviamente errada (há momentos em que eu mesma reconheço). E eu entendo o porquê: esse homem me ama, e é por isso que, quando eu me atrevo a perdir-lhe perdão, ele docemente me fala "tudo bem...". Não há rancores. Ao contrário de minha mãe, que diz "matar" dentro dela as pessoas que algum dia de alguma forma a feriram (isso, é claro, sem se livrar dos cadáveres putrefatos, que inundam a alma dela com o odor da amargura), ele me perdoa.

Todos os dias, perdoo minha mãe, por mais que ela me irrite e entristeça profundamente com sua mesquinhez e arrogância (e, principalmente, falta de amor), mas acho que ela nem sabe.
O amor existe para quem sabe perdoar. Estou aprendendo a perdoar a mim mesma a cada dia, pra que, desta forma, eu possa ser capaz de amar sem me limitar ao que já passou, ao que é passível de perdão.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Estupidamente triste


Triste e estúpida.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Interioridade


É que o meu mundo se passa aqui do lado de dentro, e temo que seja meio complicado de se entrar aqui. Quem me dera poder virar-me pelo avesso...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

The king is dead


Não se fala em outra coisa. A morte do rei do pop é pano pra manga na mídia.
Michael Jackson marcou minha infância com "Black or White" (aliás, não só a minha infância, mas a de muitos). Polêmico, único: este era Michael. Um artista completo: compositor, cantor, dançarino... Há quem diga que ele era um pedófilo e/ou homossexual. Se ficou provado ou não, pouco me importa. Suas músicas fazem parte da trilha sonora da minha vida.

Rest in peace, Michael.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ainda não é o fim...

... na verdade, é só o começo. =)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

"Sou de escrever, não sou de falar..."


=x